Oferecemos práticas que visam ampliar a consciência corporal, para adultos e crianças.
Trabalhamos com turmas pequenas ou personal.
Para participar, agende sua aula, em algum dos horários abaixo
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| Faca-gesto, Mirla Fernandes, nanquim, 2016 |
“Fazer algo diferente da minha rotina, que estimule o lúdico, a imaginação, a "soltura do dia-a-dia" duro e cimentado que temos hoje. E fazer isso com o corpo foi uma grata surpresa também." (Andrea Vianna, publicitária)
"Descobri muitas coisas, algumas que eu não consigo colocar em palavras. Mas principalmente sobre estar presente, usar de muitas formas um mesmo instrumento com resultados surpreendentes” (Patricia Stavis, fotógrafa)
A liberdade alcançada no corpo através do novo olhar e consciência tem sido muito prazerosa e inspiradora para meu trabalho e também na minha vida.(Victoria Oggiam, bailarina)
"Descobri que não é preciso estar pronta para começar."(Ana Passos, joalheira)
"Não temos controle. Quanto menos tentarmos controlar, resultados mais interessantes acontecerão; Desenhar e pintar não é só uma mão e braço, é todo o movimento do corpo." (Bernardo Borges, designer gráfico)
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| Faca-gesto, Mirla Fernandes, nanquim, 2016 |
“Fazer algo diferente da minha rotina, que estimule o lúdico, a imaginação, a "soltura do dia-a-dia" duro e cimentado que temos hoje. E fazer isso com o corpo foi uma grata surpresa também." (Andrea Vianna, publicitária)
"Descobri muitas coisas, algumas que eu não consigo colocar em palavras. Mas principalmente sobre estar presente, usar de muitas formas um mesmo instrumento com resultados surpreendentes” (Patricia Stavis, fotógrafa)
A liberdade alcançada no corpo através do novo olhar e consciência tem sido muito prazerosa e inspiradora para meu trabalho e também na minha vida.(Victoria Oggiam, bailarina)
"Descobri que não é preciso estar pronta para começar."(Ana Passos, joalheira)
"Não temos controle. Quanto menos tentarmos controlar, resultados mais interessantes acontecerão; Desenhar e pintar não é só uma mão e braço, é todo o movimento do corpo." (Bernardo Borges, designer gráfico)
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| Faca-gesto, Mirla Fernandes, nanquim, 2016 |
“Fazer algo diferente da minha rotina, que estimule o lúdico, a imaginação, a "soltura do dia-a-dia" duro e cimentado que temos hoje. E fazer isso com o corpo foi uma grata surpresa também." (Andrea Vianna, publicitária)
"Descobri muitas coisas, algumas que eu não consigo colocar em palavras. Mas principalmente sobre estar presente, usar de muitas formas um mesmo instrumento com resultados surpreendentes” (Patricia Stavis, fotógrafa)
A liberdade alcançada no corpo através do novo olhar e consciência tem sido muito prazerosa e inspiradora para meu trabalho e também na minha vida.(Victoria Oggiam, bailarina)
"Descobri que não é preciso estar pronta para começar."(Ana Passos, joalheira)
"Não temos controle. Quanto menos tentarmos controlar, resultados mais interessantes acontecerão; Desenhar e pintar não é só uma mão e braço, é todo o movimento do corpo." (Bernardo Borges, designer gráfico)
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| Faca-gesto, Mirla Fernandes, nanquim, 2016 |
“Fazer algo diferente da minha rotina, que estimule o lúdico, a imaginação, a "soltura do dia-a-dia" duro e cimentado que temos hoje. E fazer isso com o corpo foi uma grata surpresa também." (Andrea Vianna, publicitária)
"Descobri muitas coisas, algumas que eu não consigo colocar em palavras. Mas principalmente sobre estar presente, usar de muitas formas um mesmo instrumento com resultados surpreendentes” (Patricia Stavis, fotógrafa)
A liberdade alcançada no corpo através do novo olhar e consciência tem sido muito prazerosa e inspiradora para meu trabalho e também na minha vida.(Victoria Oggiam, bailarina)
"Descobri que não é preciso estar pronta para começar."(Ana Passos, joalheira)
"Não temos controle. Quanto menos tentarmos controlar, resultados mais interessantes acontecerão; Desenhar e pintar não é só uma mão e braço, é todo o movimento do corpo." (Bernardo Borges, designer gráfico)
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| imagem proveniente do site do Instituto Nikola Tesla |
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| Nikola Tesla |
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| Os chakras são os centros energéticos que podem abri-se ou fechar-se causando estados de saúde ou doenças |
| nikyo sendo aplicado no tatame |
"Havia um residente no quarto fazendo sua ronda. Depois de sermos introduzidos, ele gritou no ouvido de Bill: "Seu irmão Richard está aqui."
O que se perdia com isso? Nada.
Apenas uma enfermeira no quarto. Minha mãe estava lá e Christine, a amiga de meu irmão chegou. Enquanto ambas permaneciam na ponta da cama, eu me aproximei gradualmente. Eu pus minhas mãos nele, uma no pescoço e outra em seu rosto. Eu falei com ele e o chamei mas não houve resposta.
A palavra ki do aiki significa energia ou força vital. Em meus estudos de aikido, por causa da minha natureza e meus interesses, eu dei muita atenção ao processo de cura pelo ki. Eu participei de seminários e procurei informação e professores focados nisso.
A cura pelo ki é a prática do fluxo consciente de ki, ou energia vital, para um machucado a fim de estimular o processo de cura. Uma mãe beijando uma criança machucada é um exemplo de transferência de ki. Eu usei a cura pelo ki inúmeras vezes, mas nunca numa situação como essa. Apesar de cético das minhas próprias impressões a princípio, eu experimentei o fluxo de ki semelhante a uma substância dourada, tipo um mel. Mesmo com todos os meus anos de treino, eu me impressionei como era tangível a experiência.
Da mesma esfera misteriosa de consciência que levou-me aqui em primeiro lugar, eu me senti impelido a tomar a mão de Bill e aplicar uma técnica de aikido chamada nikyo, uma chave de punho. Nikyo tem o potencial de criar grande pressão a ponto de levar a uma dor intensa. Todas as técnicas de aikido podem remontar ao conflito marcial, mas a maneira como eu aplicava a técnica naquele momento era diferente.
Eu estaca enviando o fluxo de energia como um contato com o centro de seu ser. Nessa abordagem da arte, minha atenção estava sintonizada a sensação de ki ou fluxo de energia, eu continuava. Depois que um movimento que parecia que suas pálpebras se agitaram e seus olhos pareceram mover-se como se procurassem algo, eu perguntei: "Bill, Bill, voce pode me ouvir?"
Embora o som viesse do fundo de sua garganta e estivesse muito truncado, nada claro, eu posso jurar que ele disse : "Sim".
Eu admito que eu queria tanto escutá-lo dizer algo que eu não tive certeza. Eu temia tanto estar inventando isso, que eu reforcei o nikyo e deixei fluir ainda mais energia para ele. Seus olhos estavam definitivamente respondendo. Eu tinha certeza agora. Eu disse:
- Bill, quem sou eu?
Do fundo de sua garganta, eu um tom truncado e quase ininteligível, ele disse:
- ..ichard.
Eu olhei em volta do quarto. Os olhos da enfermeiras estavam arregalados. Minha mãe e Christine ainda permaneciam aos pés da cama. Estavam de mãos dadas e com um olhar maravilhado. Ambas assentiram com a cabeça.
Cristine disse:
- Eu tenho certeza que ele disse Richard. Eu tenho certeza que ele disse seu nome.
Voce teria que estar lá e escutar o quão inteligível foi sua fala para entender a twilight zone em que estávamos naquele momento.
De volta a Bill, eu apliquei novamente nikyo e perguntei:
- Bill, você sente isso?
Ele disse:
-Sim.
Cada vez que ele falava, as palavras pareciam estar cada vez mais claras. Eu disse:
- Bill, fale meu nome.
Quando ele disse "Richard" dessa vez, nós nos entreolhamos. Nós tínhamos medo de acreditar, e mesmo assim nos todos estávamos certos que o havíamos escutado falar. Eu aumentei ainda mais a pressão. Eu disse:
- Bill, se isso doer, diga "tio".
Numa voz truncada, mas mesmo assim, distinguível, ele disse:
- Tio!
Foi alto e claro. Nesse momento nenhum de nós questionou. Nos entreolhamos em lágrimas, risadas e sorrisos.
A enfermeira em choque, parou o que fazia. Ela olhou para mim com seus olhos imensos e me perguntou:
- O que você está fazendo?
Eu expliquei sobre meus interesses na arte do aikido como estudo da energia da vida. Eu disse para ela que era usado tanto como para autodefesa como para cura. Eu disse a ela que estava transferindo o ki ou a energia vital que cura para o meu irmão e que estava usando esse processo para fazer contato com a consciência dele.
Ela olhou para mim com educação. Era como se pudesse ouvi-la pensando que um de nós devia estar louco, e como eu era da Califórnia, não havia questão que devia ser eu. Ao mesmo tempo, ela estava lá e ela o viu responder. Ela deixou o quarto repentinamente.
Minha mãe estava em lágrimas. Ela correu ao telefone para chamar Gene que estava terminando uma residência na Clínica Mayo em Rochester. Quando ela voltou, ela disse que ele conseguiu alguém para substituí-lo e que estava saindo imediatamente. Ele e sua esposa estariam em Twin Cities em algumas horas.
Em menos de cinco minutos uma bateria de médicos entrou no quarto. A enfermeira provavelmente disse alguma coisa que os trouxe tão rapidamente. Eles estiveram com Bill por mais de 4 semanas e não viram nenhuma resposta consciente. Andaram em volta dele. Cutucaram-no. Estimularam-no. Falaram com ele, sem respostas.
Nesse meio tempo, Bill tinha voltado ao seus estado inconsciente e não dava respostas. Eles não viram nada. Eu sentia que eles me olhavam com o canto dos olhos, então não disse nada. Olhando para mim, eles deixaram o quarto.
Assim que eles saíram, meu pai inesperadamente entrou no quarto. Ele não sabia que eu viria e se surpreendeu ao me encontrar ali. Ele esteve no hospital todos os dias desde o acidente. A fadiga em seu rosto era evidente. Ele disse que no dia anterior chegou ao fundo do poço. Ele disse que havia passado a noite em lágrimas, com medo que Bill nunca retornasse. Minha mãe o interrompeu:
- Jay, ela disse, Bill acaba de falar o nome de Richard.
Eu fui até a cama e peguei na mão de meu irmão novamente e apliquei o nikyo. Seus olhos começaram a rolar. Suas pálpebras começaram a se agitar e abrir. Parecia que ele olhava em torno do quarto.
- Bill, você sabe quem está no quarto agora?
Ele não respondeu imediatamente, então , eu perguntei novamente:
- Bill, quem está no quarto agora?
Em sua profunda, truncada e quase ininteligível voz, ele respondeu:
- Papai."
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| http://quentincooke.tumblr.com/ |
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| um aluno do Tatamito em kamae |
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| detalhe do posicionamento dos pés no Kamae |
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| à esquerda, o passageiro com os pés paralelos, e à direita, a passageira buscando o kamae (ela achou: o pé de trás ficou mais virado para fora mas eu não consegui tirar a foto discretamente....) |
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| Arte como Caminho |