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6.11.16

Novo Curso: Pintura Wabi-sabi

Tatamito oferece agora um novo curso de arte inspirado no conceito japonês wabi-sabi.

Valorizando o olhar para o detalhe, a imperfeição e a assimetria, o curso tem a duração de 4 aulas de práticas de pintura de nanquim sobre papel,visando promover a conexão interior, como uma prática meditativa.


As aulas duram uma hora e pode ser particulares ou em duplas.
Os horários são agendados conforme as possibilidades do aluno.
Não é preciso experiência em artes para fazer o curso.

Pacote 4 aulas: R$400,00
Taxa de Material: R$100,00
Informe-se sobre condições de pagamento: tatamitodojo@gmail.com





24.10.16

Semana de Aulas Abertas

De 26 a 31 de Outubro, você poderá experimentar aulas no Tatamito.

Oferecemos práticas que visam ampliar a consciência corporal, para adultos e crianças.

Trabalhamos com turmas pequenas ou personal.

Para participar, agende sua aula, em algum dos horários abaixo

25.8.16

Mapa Astral, Missão e Caminho

O caminho: cada um tem o seu


Duas palavras que sempre me apavoraram: missão e destino! Isso porque sempre as entendi como algo fechado, como uma prisão, como uma ponte para a loucura dos prepotentes, dos megalomaníacos, dos controladores. E realmente pode ser tudo isso.

Mas, como tantas coisas e conceitos, é possível pensar nessas palavras sob outra perspectiva. Durante anos, em meus estudos astrológicos, eu evitei utilizar esses termos porque conseguia enxergar neles apenas a possibilidade estancada que essas palavras me evocavam. No entanto, atualmente, não só as tenho empregado em minhas leituras de mapas, como percebo que elas trazem uma nova lógica a toda a configuração planetária/simbólica que  existe num desenho de mapa astral.

Durante uma leitura, o momento de falar desse tópico geralmente atinge um lugar sensível da pessoa, uma emoção vem a tona, pois existe uma ressonância interna diante de uma perspectiva de missão/destino. Missão e Destino ressoam a ideia de Caminho, assim como se apresenta o conceito do "Do" japonês, de processo continuo e transformação, conceito que envolve todas as atividades do Tatamito.

A ideia de Missão ou Destino, liga-se a potências de desenvolvimento que temos e caso optemos desenvolvê-las, vamos vivenciar uma grande sensação de expansão, tranquilidade, serenidade. É o encontro do propósito da alma. E isso se dá de forma tão variada para cada pessoa, que é preciso analisar as intrincadas relações simbólicas que se apresentam, desde seu ascendente, passando por todos os aspectos entre os planetas, que são os símbolos das energias que te movem. Mercúrio, Marte, Vênus, Lua e Sol regendo as escolhas e formas utilizadas aqui no plano da vida na Terra, estruturando você para a vida material regida por Saturno. Netuno, Plutão, Urano e Júpiter indicando as expansões espirituais guiadas pelo chamado de Quíron e apontadas pelo Nodo Norte.

A recusa em ressoar esse chamado da alma gera consequências. As possibilidades, as manifestações, também estão lá apontadas no mapa. Sempre é uma escolha seguir ou recusar o caminho apontado no mapa. No entanto, a escolha que se distancia demais é acompanhada de sentimentos ou situações difíceis de lidar. A leitura do mapa pode ajudar nesse sentido, de clarear as perspectivas e apontar saídas.

Basicamente todos temos a mesma missão: evoluir como seres humanos. Missão, pode dar a entender que a pessoa vai ter algo grandioso e estupendo a realizar no mundo, e muitas vezes a sua missão é algo interno a ser conquistado. Portanto, a forma e como isso pode acontecer é muito pessoal e é o que o mapa indica. Veja a matemática das combinações possíveis: são 12 casas multiplicadas por  12 "planetas", multiplicadas por 6 aspectos. Sem contar que a simbologia de cada casa e planeta não é única, são ainda mais as possibilidades....



Você é seu melhor parâmetro para saber se está atendendo ao chamado de sua alma. Está saudável? Sente-se tranquilo? Sente-se perdido, algo parece errado do jeito que vai? Vive se acidentando? Quando vê está sempre brigando e se arrependendo? E outras questões possíveis...

Uma leitura de um mapa é sobretudo uma conversa na qual as possibilidades são avaliadas e juntos verificamos como você vem usando suas energias e potencialidades e como poderia fazê-lo para seguir o caminho evolutivo mais interessante para você. Acima de tudo, é um trabalho pessoal a ser conquistado com sua criatividade. Nada está estanque, você pode seguir o caminho de bicicleta, de carro de luxo, de ônibus ou... de disco voador. O mapa aponta as estradas e picadas, as decisões serão sempre suas.


29.7.16

Curso em Agosto: Arte como Caminho

Faca-gesto, Mirla Fernandes, nanquim, 2016



O QUE:
O curso  Arte como Caminho é indicado para pessoas interessadas em trabalhar sua sensibilidade artística por meio de investigações das conexões entre corpo, olhar, gestos e pintura. Vale-se de técnicas e conceitos orientais e ocidentais para ampliação da autoconsciência e maior interiorização durante a prática artística.


POR QUE:
O processo de desenhar é também um processo de pensar e intimamente ligado ao movimento do corpo todo, e por isso deve ser dinâmico e plástico. Libertar-se de hábitos, preconceitos sobre si mesmo ("eu não sei desenhar", ou "eu já sei desenhar") é estar mais vivo, em fluxo, em harmonia com seus propósitos pessoais.






Confira os depoimentos de quem já fez:  

“Fazer algo diferente da minha rotina, que estimule o lúdico, a imaginação, a "soltura do dia-a-dia" duro e cimentado que temos hoje. E fazer isso com o corpo foi uma grata surpresa também." (Andrea Vianna, publicitária)


"Descobri muitas coisas, algumas que eu não consigo colocar em palavras. Mas principalmente sobre estar presente, usar de muitas formas um mesmo instrumento com resultados surpreendentes” (Patricia Stavis, fotógrafa)


A liberdade alcançada no corpo através do novo olhar e consciência tem sido muito prazerosa e inspiradora para meu trabalho e também na minha vida.(Victoria Oggiam, bailarina)


"Descobri que não é preciso estar pronta para começar."(Ana Passos, joalheira)


"Não temos controle. Quanto menos tentarmos controlar, resultados mais interessantes acontecerão; Desenhar e pintar não é só uma mão e braço, é todo o movimento do corpo." (Bernardo Borges, designer gráfico)






COM QUEM:
Mirla Fernandes é artista visual e instrutora de aikido corpo-ki do Tatamito, Espaço Multiterritórios de Transformação Pessoal.
"Diante de meu envolvimento cada vez maior com a pesquisa da energia ki, meu trabalho artístico dirigiu-se neste sentido. Atualmente dedico-me a pintura sobre papel com nanquim, com foco na relação corpo/gesto/liberação de ki. Compartilho essa pesquisa através do curso "Arte como Caminho".
Conheça seu portfólio em www.mirlafernandes.com

COMO:
Não é preciso experiência artística para participar.
material NÃO é incluso.

QUANDO:

Segundas feiras 19h00/20h30
Início em 08 de Agosto

*É possível também optar por aula particular: informe-se sobre horários e valores.

QUANTO:
Mensalidade R$290,00
Pagamento na inscrição 



CONTATO:  11 98290 6651   tatamitodojo@gmail.com

Curso em Agosto: Arte como Caminho

Faca-gesto, Mirla Fernandes, nanquim, 2016



O QUE:
O curso  Arte como Caminho é indicado para pessoas interessadas em trabalhar sua sensibilidade artística por meio de investigações das conexões entre corpo, olhar, gestos e pintura. Vale-se de técnicas e conceitos orientais e ocidentais para ampliação da autoconsciência e maior interiorização durante a prática artística.


POR QUE:
O processo de desenhar é também um processo de pensar e intimamente ligado ao movimento do corpo todo, e por isso deve ser dinâmico e plástico. Libertar-se de hábitos, preconceitos sobre si mesmo ("eu não sei desenhar", ou "eu já sei desenhar") é estar mais vivo, em fluxo, em harmonia com seus propósitos pessoais.






Confira os depoimentos de quem já fez:  

“Fazer algo diferente da minha rotina, que estimule o lúdico, a imaginação, a "soltura do dia-a-dia" duro e cimentado que temos hoje. E fazer isso com o corpo foi uma grata surpresa também." (Andrea Vianna, publicitária)


"Descobri muitas coisas, algumas que eu não consigo colocar em palavras. Mas principalmente sobre estar presente, usar de muitas formas um mesmo instrumento com resultados surpreendentes” (Patricia Stavis, fotógrafa)


A liberdade alcançada no corpo através do novo olhar e consciência tem sido muito prazerosa e inspiradora para meu trabalho e também na minha vida.(Victoria Oggiam, bailarina)


"Descobri que não é preciso estar pronta para começar."(Ana Passos, joalheira)


"Não temos controle. Quanto menos tentarmos controlar, resultados mais interessantes acontecerão; Desenhar e pintar não é só uma mão e braço, é todo o movimento do corpo." (Bernardo Borges, designer gráfico)






COM QUEM:
Mirla Fernandes é artista visual e instrutora de aikido corpo-ki do Tatamito, Espaço Multiterritórios de Transformação Pessoal.
"Diante de meu envolvimento cada vez maior com a pesquisa da energia ki, meu trabalho artístico dirigiu-se neste sentido. Atualmente dedico-me a pintura sobre papel com nanquim, com foco na relação corpo/gesto/liberação de ki. Compartilho essa pesquisa através do curso "Arte como Caminho".
Conheça seu portfólio em www.mirlafernandes.com

COMO:
Não é preciso experiência artística para participar.
material NÃO é incluso.

QUANDO:

Segundas feiras 19h00/20h30
Início em 08 de Agosto

*É possível também optar por aula particular: informe-se sobre horários e valores.

QUANTO:
Mensalidade R$290,00
Pagamento na inscrição 



CONTATO:  11 98290 6651   tatamitodojo@gmail.com

Curso em Agosto: Arte como Caminho

Faca-gesto, Mirla Fernandes, nanquim, 2016



O QUE:
O curso  Arte como Caminho é indicado para pessoas interessadas em trabalhar sua sensibilidade artística por meio de investigações das conexões entre corpo, olhar, gestos e pintura. Vale-se de técnicas e conceitos orientais e ocidentais para ampliação da autoconsciência e maior interiorização durante a prática artística.


POR QUE:
O processo de desenhar é também um processo de pensar e intimamente ligado ao movimento do corpo todo, e por isso deve ser dinâmico e plástico. Libertar-se de hábitos, preconceitos sobre si mesmo ("eu não sei desenhar", ou "eu já sei desenhar") é estar mais vivo, em fluxo, em harmonia com seus propósitos pessoais.






Confira os depoimentos de quem já fez:  

“Fazer algo diferente da minha rotina, que estimule o lúdico, a imaginação, a "soltura do dia-a-dia" duro e cimentado que temos hoje. E fazer isso com o corpo foi uma grata surpresa também." (Andrea Vianna, publicitária)


"Descobri muitas coisas, algumas que eu não consigo colocar em palavras. Mas principalmente sobre estar presente, usar de muitas formas um mesmo instrumento com resultados surpreendentes” (Patricia Stavis, fotógrafa)


A liberdade alcançada no corpo através do novo olhar e consciência tem sido muito prazerosa e inspiradora para meu trabalho e também na minha vida.(Victoria Oggiam, bailarina)


"Descobri que não é preciso estar pronta para começar."(Ana Passos, joalheira)


"Não temos controle. Quanto menos tentarmos controlar, resultados mais interessantes acontecerão; Desenhar e pintar não é só uma mão e braço, é todo o movimento do corpo." (Bernardo Borges, designer gráfico)






COM QUEM:
Mirla Fernandes é artista visual e instrutora de aikido corpo-ki do Tatamito, Espaço Multiterritórios de Transformação Pessoal.
"Diante de meu envolvimento cada vez maior com a pesquisa da energia ki, meu trabalho artístico dirigiu-se neste sentido. Atualmente dedico-me a pintura sobre papel com nanquim, com foco na relação corpo/gesto/liberação de ki. Compartilho essa pesquisa através do curso "Arte como Caminho".
Conheça seu portfólio em www.mirlafernandes.com

COMO:
Não é preciso experiência artística para participar.
material NÃO é incluso.

QUANDO:

Segundas feiras 19h00/20h30
Início em 08 de Agosto

*É possível também optar por aula particular: informe-se sobre horários e valores.

QUANTO:
Mensalidade R$290,00
Pagamento na inscrição 



CONTATO:  11 98290 6651   tatamitodojo@gmail.com

10.7.16

A jornada


Tatamito te impulsiona na tua jornada

Quíron simboliza a energia que nos propulsiona espiralmente para a evolução. Você sabe como se manifesta Quíron em seu mapa?

Assim como Plutão, que é a energia que te impele a se transformar a partir da consciência de teu lado mais obscuro/subconsciente, Quíron funciona como uma chave para a mudança.
Uma mudança que é maior que a transformação plutoniana, é a mudança da transmutação, de uma oitava energética superior.

Alimentar seu quíron pode ser aquilo que falta para ativar de forma quântica seu mapa, seus potenciais evolutivos.

Agende uma consulta astrológica e entenda melhor como esta energia tem o potencial de se manifestar em sua jornada para que você se harmonize com ela e siga...evoluindo.

http://www.tatamito.com/#!mapas-astrais/ecqp9

8.7.16

Potências energéticas

A astrologia permite uma perspectiva de enxergar a vida ocmo uma sucessão de oportunidades para a evolução espiritual.

No gráfico estão os 3 principais ciclos de crise que se apresentaram a nós durante a vida. São oportunidades de integração: retorno de Saturno, oposição de Urano e retorno de Quíron.


É opção de cada um ignorar essas tendências ou abraçá-las em seu caminho evolutivo.

Além desses "empurrõezinhos" cósmicos, o próprio mapa natal já aponta padrões de tensões e harmonias que vão ser os condutores do crescimento. Os aspectos entre os planetas, suas relações são a chave para entender como você tende a administrar as forças energéticas na sua vida. Muitas delas são inconscientes e precisam ser trabalhadas, precisam ser descoberta. O Mapa astral pode ser uma chave para isso.

Conhecer seu mapa astral natal significa usar essa perspectiva a seu favor e fazer escolhas mais conscientes sobre seus processos evolutivos ao longo de sua vida.

Leia mais em:
http://www.tatamito.com/#!mapas-astrais/ecqp9

11.2.16

O desafio da folha de papel em branco


Para muitas pessoas, se lhes é apresentada uma folha de papel em branco para realizar um desenho ou uma pintura, isto parece ser um desafio e tanto, uma verdadeira fonte de angústias. Por onde começar? O que fazer? Vai ficar feio porque eu não sei desenhar!

O fazer artístico em geral é desenvolvido por aqueles que mostram algum talento na infância. Para a maioria a experiência artística se sedimenta ali. Alguns foram estimulados,  mas de tal forma que tudo o que fazem se dá em função da expectativa de agradar ao outro. Acessar o impulso de prazer que existe no ato artístico pode ser algo muito difícil já que, no caso da maioria das pessoas, ele não foi estimulado nem mesmo trabalhado ao longo da vida. 

O curso "O desafio da folha de papel em branco" pretende oferecer ferramentas para uma reconecção com o prazer do fazer artístico, de duas formas em termos gerais. Primeira, libertando o participante de expectativas em relação a resultados, focando no processo artístico. Esse é um passo primordial para avançar e reconstruir a ideia de sucesso/fracasso na expressão artística. 

A segunda, reforçando a ideia de processo, conectando o ato artístico à consciência corporal. Exploraremos o fato de que no ato artístico é o corpo todo que está envolvido. Afinal as mãos que pintam e os olhos que vêem fazem parte do corpo, não é mesmo? 

Durante o curso serão introduzidas técnicas de forma gradativa a fim de que o participante chegue a um estado de calma e serenidade enquanto se dedica ao desafio de interagir com a folha de papel em branco. Um momento para si, sem expectativas de mostrar para ninguém: o curso é um caminho para a instropecção saudável.


O curso começa em MARÇO e as inscrições estão ABERTAS
opção 1: segundas das 19h00 às 20h30
opção 2: quintas das 9h30 às 11h00

Para informações sobre valores, mande um email ou whatsapp 982906651






5.1.16

A REVOLUÇÃO MINDFULNESS

por Milca Ribeiro


Porque a prática de Mindfulness está revolucionando o mundo.
Começamos a notar um certo movimento na mídia a respeito de Mindfulness nos últimos tempos, mas o que a final de contas é isto? Por que falar nisso agora? Meditação não é coisa apenas para pessoas zen, yogis e hippies de plantão? Isto não deve servir para pessoas normais ou agitadas. Temos coisas demais a fazer para simplesmente parar e fazer nada, é pura perda de tempo.

Estereótipos como estes bloquearam por muito tempo o uso de técnicas meditativas no ocidente. Felizmente este quadro começa a mudar. Graças ao avanço no campo da neurociência e a dedicação, sem precedentes, de cientistas de ponta como os Phds Jon Kabat-Zinn e Richard Davidson que, desde a década de 70, estudam a fundo os efeitos e benefícios das técnicas meditativas não somente no cérebro humano, mas no seu desenvolvimento fisiológico, emocional e social.

Hoje já são mais de 4000 estudos científicos realizados pelas mais importantes universidades do mundo, como Harvard, Oxford e Berkeley comprovando o que os orientais já dizem e praticam há mais de 2500 anos: meditação traz foco, criatividade, clareza de raciocínio, reduz a ansiedade e melhora a imunidade.



Mindfulness Corporativo : do Vale do Silício para o Mundo
Não é somente no campo da neurociência que a Meditação tem mostrado o seu valor. Empresas visionárias como Google, Facebook, Twitter, Amex, General Miles, Atena, Nike e Ford tem ajudado a disseminação das técnicas meditativas no ocidente oferecendo o programa de Mindfulness a seus colaboradores com resultados, a primeira vista, surpreendentes: uma equipe ancorada no presente, que sabe relaxar e é mais consciente do seu corpo e de suas emoções, é capaz de perceber e aproveitar melhor as oportunidades; é mais produtiva, criativa e colaborativa.

Também, não foi por acaso, que estes programas de Mindfulness começaram a pipocar na última década tanto no mundo acadêmico quanto no empresarial e político. Sim existem programas de Mindfulness até no Parlamento Inglês, no exército e no Congresso americano também. O mundo está a beira do colapso, a crise econômica mundial, os desequilíbrios naturais, as guerras, a crise migratória, são provas mais do que suficientes de que a forma como estamos conduzindo nossas vidas e o mundo não está dando certo. Chegamos ao limite, físico, emocional e social.



A falta de foco e as consequências da atenção parcial contínua
Vivemos a Era da Reação, uma sociedade que valoriza o fazer incondicional e automático. Fazer, fazer e fazer, sem parar. Se paramos ou não operamos no modo multitarefa nos sentimos e somos julgados como ineficientes, pouco produtivos, folgados mesmo. A sensação de culpa, frustração e esgotamento são nossos companheiros quase que inseparáveis ultimamente.

Somos movidos por metas e expectativas baseadas em comportamentos rígidos e obsoletos e pior é que estamos operando desta forma há séculos. Sejamos realistas, alguém está satisfeito com o mundo hoje? Somos literalmente viciados no modo fazer, e no fazer repetindo padrões de comportamentos limitados por necessidades pessoais e não globais. Não paramos para refletir sobre o cenário maior. Qual o verdadeiro impacto das nossas ações, ou melhor, reações à vida? O que realmente importa para nós e para o mundo? Quais são as nossas prioridades? Esta promoção no trabalho é realmente o que queremos, é o que precisamos neste momento, ou é simplesmente o que se espera de nós? Qual o nosso propósito?

Ao nos entregarmos automaticamente ao modo fazer, nos desconectamos da nossa essência, e assim escapamos destes questionamentos que sempre fizeram parte da vida, mas que requerem esforço, coragem, dedicação. Segundo Daniel Goleman, autor de Inteligência Emocional, pensar profundamente exige manter a mente focada. Quanto mais distraídos estamos, mais superficiais são nossas reflexões e a incapacidade de abandonar um foco para tratar de outros pode deixar a mente perdida num ciclo de ansiedade crônica.

A esta altura provavelmente, você pode estar, ao mesmo tempo em que lê este texto, pensando na sua próxima reunião, ou que deixou de mandar um email importante. E é exatamente isso o que acontece com a nossa mente, o tempo inteiro. A mente fica vagando por ai, entre o passado e o futuro, cada vez mais dispersa, a tal ponto que, foi cientificamente comprovado que o nosso nível de foco, de concentração atual é menor do que a de um peixinho dourado.


Mindfulness: a simplicidade integrando de forma harmoniosa a prática ao seu dia-a-dia
Mas como é possível reverter este quadro, sair do automático e agir de forma consciente? É exatamente ai que entra a importância da prática de Mindfulness, promovendo uma forma diferente de ser e estar no mundo, nos ancorando ao momento presente, no que realmente importa, no que faz sentido.

Mindfulness tem sua origem em um ensinamento do Budha chamado Anapansati, mas apesar da sua origem é uma prática secular, completamente desvinculada de qualquer religião ou crença.

A simplicidade de suas técnicas e ensinamentos unidos e copilados de forma extremamente eficaz e precisa pelo americano Jon Kabat-Zinn criador do MBSR - Programa de Redução de Stress Baseado em Técnicas de Mindfulness - traduz o sucesso mundial da prática.

É através da Atenção Plena, com tem sido traduzida a palavra Mindfulness, que tomamos a rédeas de nossas vidas, deixamos de ser escravos de nossas ruminações mentais e passamos agir de forma consciente, dominando nossas emoções e não ao contrário. Conquistamos maior clareza mental e somos capazes de lidar com problemas de forma mais madura com menos sofrimento. Praticamos empatia e compaixão e assim fazemos a verdadeira revolução que o mundo precisa, de dentro para fora, transformando primeiro o Ser para assim sermos capazes de transformarmos a sociedade.




INSCREVA-SE 
PRIMEIRA TURMA DO ANO DE MINDFULNESS do Tatamito com Milca Ribeiro
Começa em 14 de Janeiro e as inscrições ainda estão abertas
Entre em contato




Milca Ribeiro, ministra Programas de Mindfulness em empresas e para o público em geral em São Paulo. Formada em Comunicação Social, sócia/fundadora da primeira agência de publicidade especializada em franquias, MD Comunicação aonde atuou na área de planejamento por 10 anos, por isso compreende muito bem o que é trabalhar sobre pressão e stress, e trouxe esta experiência para o seu Programa de Mindfulness Mindfulyoga.

Atuou como gestora no mercado de bem-estar e fitness por 10 anos. Idealizadora e fundadora do Bhanu Espaço Integral de Bem Estar, um centro dedicado à práticas de auto-conhecimento e redução de stress.

Praticante de yoga e meditação desde 2005, professora especializada em Hatha Yoga pela FMU, com aprofundamento em Meditação e Vedanta pelo Instituto Yoga Terapia em Campinas. Instrutora Mindfulness pela MTI (Mindfulness Trainings International. Em 2014 participou de uma Learning Journey pelos Estados Unidos conhecendo e praticando Mindfulness com quem mais entende do assunto, entre eles, Otto Scharmer no MIT (Massachusetts Institute of Technology) e Jon Kabat-Zinn em Cambridge.

30.3.15

A história de Morihei II

Muitos de nós, em algum ponto de nossas vidas, sentimos uma insatisfação com algo de nossos corpos. O que é um insignificante detalhe para o outro, para nós torna-se fonte de desgosto e infelicidade, o que era pequeno, torna-se grande.

Morihei Ueshiba, conhecido como O Sensei - literalmente grande mestre - ironicamente era pequeno, um homem de estatuta baixa e muito insatisfeito com isso em uma certa altura de sua vida.


detalhe de gravura de Shigeo Nishimura ilustrando recrutamento na Era Meiji
Leia um trecho interessante da biografia de Morihei Ueshiba (1883-1969), o criador do Aikido que toca nesse aspecto:

"Em 1904, estoura a guerra entre Russia e Japão e Morihei tenta alistar-se no exército, mas é recusado pois não tinha a altura mínima requerida: 1,52 m. Essa rejeição o deixa furioso e ele então decide ir para as montanhas, treinar vigorosamente, até mesmo se dependurando em árvores por horas na tentativa de aumentar sua altura. 
Em sua segunda tentativa de alistamento, consegue ser aceito como reserva e seu grande empenho e habilidades com a espada e a baioneta logo foram notados, sendo promovido rapidamente a sargento. Porem foram essas mesmas habilidades que o privaram de ir para o campo de batalha - contra sua vontade, por sinal - pois ele foi considerado um professor muito valioso para os outros soldados para arriscar ser perdido.  

Morihei continuou insistindo e após muitos pedidos ele foi à linha de frente onde surpreendeu seus camaradas correndo diretamente ao ataque. Morihei afirmava que quando estava perto o suficiente conseguia ver um flash de luz, como uma trilha das balas antes que elas o alcançassem. Este foi um dos primeiros dos muitos relatos das habilidades extra-sensoriais de Morihei.  

Sua bravura nos campos de batalha fizeram-no ser chamado de o 'soldado de ouro'. Quando a guerra acabou, em 1905, ofereceram a Ueshiba a oportunidade de entrar numa prestigiada escola para oficiais, a qual optou por declinar em função de um pedido de seu pai para que voltasse para casa. "*

Revista O Malho #94, 1904

* tradução livre do livro de William Gleason, The Spiritual Foundations of Aikido.

20.3.15

Workshop Arte como Caminho : inscreva-se!

No último sábado de março proponho um workshop de 2 horas de duração baseado no curso Arte como Caminho.
Este curso vem acontecendo às quintas a noite com apenas 4 pessoas, o que garante um trabalho bastante específico e intenso (veja algumas imagens abaixo).


Para se inscrever no workshop, acesse o link do Cinese:
http://www.cinese.me/encontros/arte-como-caminho-workshop


Arte como Caminho

17.3.15

Arte como Caminho



aula de Arte como Caminho

em japonês quer dizer caminho: Aikido (Caminho da Harmonia),  Judo (Suave Caminho), Shodo (Caminho da Escrita) e por ai vai.... A ideia de caminho permeia a cultura oriental e indica sobretudo que a vida é um caminho, um processo que se desenrola e no qual vale a pena buscar a consciência para poder evoluir. 
“A arte do dô, de forma similar ao santuário, em vez de valorizar a consequência, lança luz sobre o “modo pelo qual” se efetiva uma ação, sobre a montagem processual para alcançar ou conquistar uma determinada habilidade artística com a busca de uma espiritualidade mais elevada”*
 
É com essa mentalidade, de enfoque no caminho que proponho o curso "Arte como Caminho", uma proposta derivada de minhas próprias pesquisas artísticas que vêm sendo contaminadas pelo pensamento oriental há muito tempo.


Funakogi Undo, 2013, nanquim sobre papel



Voltado para pessoas interessadas na ampliação do estado de concentração e autoconsciência, propomos exercícios de práticas físicas (individuais e em duplas) e artísticas, que levam a uma percepção do ki ampliada, sua relação com o corpo em movimento e sua relação com o estabelecimento de uma condição de centramento e predisposição à harmonia.


As aulas tem a duração de 1h30, sendo que os primeiros 50 minutos são dedicados às práticas físicas, só então os alunos passam as práticas artísticas com pincel japonês. Durante ambas as práticas traçamos correlações entre os movimentos do corpo no encontro com o outro e na relação pincel/papel.


'Anatomia' do pincel fude




Aulas semanais para grupos de no máximo 4 pessoas
 Reservas e mais informações sobre horários por email
ou telefone/whatsapp: 98290 66561

*(in Okano, Michiko. Prefácio. in Dô – Caminho da Arte: do belo do Japão ao Brasil. Org. Cecilia Kimie Jo Shioda, Eunice Vaz Yoshiura, Neide Hissae Nagae. São Paulo: Unesp, 2013).